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Sexta-feira, 01 de Maio de 2026

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Sindicato dos Bancários denuncia impasse com a Caixa sobre reajuste no plano de saúde dos funcionários

Eritan Machado alerta para aumento abusivo, descumprimento de acordo coletivo e risco de inviabilização do benefício

Sindicato dos Bancários denuncia impasse com a Caixa sobre reajuste no plano de saúde dos funcionários
Divulgação/Reprodução
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Sindicato dos Bancários denuncia impasse com a Caixa sobre reajuste no plano de saúde dos funcionários

Eritan Machado alerta para aumento abusivo, descumprimento de acordo coletivo e risco de inviabilização do benefício

O presidente do Sindicato dos Bancários de Feira de Santana, Eritan Machado, denunciou nesta semana a postura intransigente da Caixa Econômica Federal nas negociações sobre a renovação do plano de saúde dos empregados e empregadas da instituição.

Segundo ele, a Caixa insiste em reajustes que tornam o benefício financeiramente inviável, especialmente para os trabalhadores que mais precisam de assistência médica no momento atual.

“Tem pai e mãe de família que não está conseguindo pagar a mensalidade. Isso é gravíssimo. O plano está virando um privilégio para poucos”, alertou Eritan.

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Descumprimento do acordo coletivo

De acordo com o dirigente sindical, o problema se arrasta desde 2017, quando uma mudança no estatuto da Caixa — imposta pelo governo federal da época — limitou a contribuição da empresa a 6,5% da folha, desrespeitando o acordo coletivo que previa 70% de custeio pela Caixa e 30% pelos empregados.

“Desde então, a Caixa deixou de cumprir sua parte no financiamento do plano. Agora, quer empurrar reajustes sucessivos que só penalizam quem sustenta a empresa com seu trabalho”, criticou.

Eritan lembrou que os bancários da Caixa estão na linha de frente da execução de políticas públicas fundamentais, como o Minha Casa Minha Vida, o Bolsa Família, o Pé-de-Meia e o pagamento do auxílio emergencial na pandemia.

“Fomos nós que colocamos tudo isso em prática. A Caixa deve respeito a quem carrega a instituição nas costas”, reforçou.

Mobilização e esperança de mudança

Apesar do cenário, o presidente do sindicato acredita que a mobilização da categoria pode pressionar a direção da Caixa a recuar.

“Aqui em Feira, tivemos uma demonstração de força com dezenas de colegas unidos. Se isso se repetir por todo o Brasil, tenho certeza de que a Caixa será obrigada a rever essa postura.”

Eritan também agradeceu à imprensa pelo papel de dar visibilidade à pauta, considerada urgente e de forte impacto social.

 

Entrevista Jorge e Eritan Machado

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